Toda decisão de contratação tem uma tentação óbvia: escolher o menor preço. Você pede orçamentos e aparece de tudo — desde quem cobra R$ 5.000 até quem faz "o seu site" por R$ 400. A diferença é tão grande que parece não fazer sentido. Mas faz. E entender por quê é o que separa um investimento de um prejuízo.
Por que existe site de R$ 400
Hoje qualquer pessoa, sem saber programar, consegue montar um site em um construtor pronto (WordPress com tema comprado, Wix, e por aí vai) em algumas horas e revender por R$ 400, R$ 500, às vezes menos. Não há nada de ilegal nisso — mas é importante entender o que você está levando por esse preço.
Esse site é um template genérico, o mesmo que dezenas de outros negócios usam, preenchido com o seu texto. Ele não foi pensado para o seu negócio, não foi otimizado para o Google, não foi testado, e quase nunca tem alguém por trás depois que o pagamento cai. O preço é baixo porque o trabalho que costuma sustentar um site de verdade simplesmente não foi feito.
Funciona como vitrine? Às vezes. O problema é quando você espera que ele traga clientes — e ele nunca foi construído para isso.
O preço que você vê não é o custo que você paga
Um site, uma loja ou um sistema têm dois custos: o que você paga na contratação e o que você paga depois. O segundo é invisível na hora da decisão, e é onde o barato cobra a diferença.
Quando algo sai por R$ 400 ou R$ 500, alguma coisa foi cortada para o número fechar. Pode ser o tempo de planejamento, a otimização para o Google, a segurança, a performance, os testes, ou o acompanhamento depois da entrega. O trabalho não desaparece — ele só vira problema seu mais tarde.
Onde o corte aparece (sempre nos mesmos lugares)
No Google. Um site bonito que não foi pensado para SEO simplesmente não aparece nas buscas. Você pagou por um site, mas ninguém te encontra. O custo escondido aqui é todo cliente que procurou seu serviço e achou o concorrente.
Na velocidade. Sites montados em template carregado de plugins carregam devagar. Cada segundo a mais afasta visitantes e derruba sua posição no Google. Você não vê isso no dia da entrega — vê nos meses seguintes, na conversão que não acontece.
Na segurança. Sem atualizações, sem proteção contra ataques, sem backup. Funciona até o dia em que não funciona — e aí o custo de recuperar (ou refazer do zero) é maior do que teria sido fazer certo.
No depois. Quem vende barato costuma sumir após a entrega. Precisou de um ajuste? Quebrou algo? Você fica sozinho, ou paga de novo para outra pessoa entender um trabalho mal documentado.
A conta que ninguém faz na hora
Imagine duas opções para resolver sua presença digital. A barata custa R$ 500. A bem feita custa R$ 2.000. A diferença é R$ 1.500 — e é nela que a decisão costuma travar.
Agora some o outro lado. Se o site de R$ 500 não aparece no Google, quantos clientes você perde por mês? Se converte mal, quanto deixa de vender? Se você precisa refazer em seis meses porque ele não escala, paga duas vezes. A diferença de R$ 1.500 some na primeira ou segunda oportunidade perdida — e o prejuízo continua correndo todo mês, em silêncio.
O site de R$ 500 não economizou R$ 1.500. Ele adiou um custo maior e o disfarçou de economia.
Barato e caro não são os extremos certos
Isso não quer dizer que o mais caro é sempre o melhor. Preço alto não garante qualidade — existe quem cobre caro e entregue mal também. O ponto não é gastar mais; é entender o que está incluído no preço.
A pergunta certa não é "qual é o mais barato?". É: "o que cada um está realmente entregando?". Uma proposta que inclui SEO, performance, segurança, testes e acompanhamento não é mais cara — ela só não escondeu o trabalho para parecer barata.
Como avaliar uma proposta sem se enganar pelo preço
Antes de decidir pelo número, pergunte:
- Vai aparecer no Google? SEO está incluído ou é "depois a gente vê"?
- É feito para o meu negócio? Ou é um template que dezenas de outros já usam?
- Quão rápido carrega? Performance é tratada ou é sorte?
- Quem cuida depois? Tem acompanhamento, ou some na entrega?
- Está documentado? Outra pessoa consegue dar manutenção, ou você fica refém?
Se a opção barata não responde bem a essas perguntas, ela não é mais barata. Ela só transferiu o custo para o seu futuro.
O que a Dilevate entrega — e por que não somos os mais baratos
A gente não compete com quem revende template por R$ 400. Compete por entregar algo que funciona, que aparece no Google, que carrega rápido, que é seguro e que tem alguém por trás quando você precisa.
Nosso diferencial vem de unir duas coisas que raramente andam juntas: dez anos de gestão e operação de negócios reais, mais o desenvolvimento de software sob medida. Antes de construir, a gente entende o que o seu negócio precisa que funcione — porque já estivemos do outro lado, operando.
Isso significa que cada projeto é pensado para gerar resultado, não só para ficar bonito na entrega. E quando algo precisa de ajuste, você fala com quem construiu, não com um suporte que nunca viu o seu projeto.
Se você está comparando orçamentos e o nosso não é o mais barato, vale a conversa. A gente faz uma análise honesta do seu caso — e se o melhor caminho for começar com algo mais simples e crescer depois, a gente diz isso também. O que não fazemos é fingir que dá para entregar qualidade pela metade do trabalho.
Perguntas frequentes
Por que existe site de R$ 400 e site de R$ 5.000?
O mais caro é sempre melhor?
Como comparar orçamentos sem me enganar pelo preço?
Qual é o diferencial da Dilevate?
Precisa de ajuda com isso?
A Dilevate ajuda micro e pequenas empresas a crescer no digital. Orçamento grátis e sem compromisso.

